O cenário atual do empreendedor brasileiro é controverso: enquanto de um lado MEIs vêm crescendo, se tornando Micro e Pequenas empresas, graças ao forte faturamento, o número de pedidos de falência por Micro e Pequenos empresários também vêm aumentando. Fato que ocorre, provavelmente, à desorganização financeira, ao aumento de obrigações com o FISCO e o desconhecimento de algumas normas brasileira.
Em reportagem no jornal O Estado de São Paulo, segundo dados fornecidos pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), 47.294 MEIs se tornaram microempresários nos últimos três anos. Enquanto dados da Receita Federal apontam que desde julho de 2009, quando foi criada a figura jurídica do MEI, até agora, foram mais de 2,7 milhões de formalizações.
Em contrapartida, o Jornal do Comércio RS, afirma que os desequilíbrios financeiros geram problemas incalculáveis para as companhias que não possuem planejamento e nem um fluxo de caixa controlado. É o caso das Micro e Pequenos empresas.
De acordo com pesquisa da Serasa Experian, 975 instituições brasileiras entraram com pedido de falência em 2012. As micro e pequenas empresas apresentaram um maior número de solicitações nos primeiros seis meses de 2012. Somente para essa categoria, foram 529 solicitações. De janeiro a junho de 2012, houve uma alta de 11,2% com relação ao mesmo período de 2011.
O presidente do Sebrae, Luiz Barretto, explica que o faturamento de uma microempresa pode chegar a R$ 360 mil por ano em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. “Em Estados com menor participação no PIB, o limite é um pouco inferior.” Além do faturamento maior, os encargos tributários também são outros. “A microempresa tem a carga tributária atrelada ao faturamento bruto, que vai de 4% a 11,61% para o comércio, de 4,5% a 12,11% para a indústria, e de 6% a 22,9% para serviços, dependendo da faixa de faturamento”, diz Barretto.
Ele acrescenta que a microempresa também deve fazer a declaração anual mais detalhada do que a do empreendedor individual, informando o faturamento, a ocupação e outros itens. “Também deve cumprir outras exigências, que variam conforme o Estado e o Município.”
Apesar de tudo, existem meios que podem ajudá-los a evitar o fracasso de um negócio: é preciso ter um controle de gastos e um bom planejamento. Além do mais, estudar o processo de transição, bem como as mudanças e obrigações com o FISCO aliadas ao auxílio de um contador são ferramentas que podem livrar muitos empreendedores da falência.
Em reportagem no jornal O Estado de São Paulo, segundo dados fornecidos pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), 47.294 MEIs se tornaram microempresários nos últimos três anos. Enquanto dados da Receita Federal apontam que desde julho de 2009, quando foi criada a figura jurídica do MEI, até agora, foram mais de 2,7 milhões de formalizações.
Em contrapartida, o Jornal do Comércio RS, afirma que os desequilíbrios financeiros geram problemas incalculáveis para as companhias que não possuem planejamento e nem um fluxo de caixa controlado. É o caso das Micro e Pequenos empresas.
De acordo com pesquisa da Serasa Experian, 975 instituições brasileiras entraram com pedido de falência em 2012. As micro e pequenas empresas apresentaram um maior número de solicitações nos primeiros seis meses de 2012. Somente para essa categoria, foram 529 solicitações. De janeiro a junho de 2012, houve uma alta de 11,2% com relação ao mesmo período de 2011.
O presidente do Sebrae, Luiz Barretto, explica que o faturamento de uma microempresa pode chegar a R$ 360 mil por ano em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. “Em Estados com menor participação no PIB, o limite é um pouco inferior.” Além do faturamento maior, os encargos tributários também são outros. “A microempresa tem a carga tributária atrelada ao faturamento bruto, que vai de 4% a 11,61% para o comércio, de 4,5% a 12,11% para a indústria, e de 6% a 22,9% para serviços, dependendo da faixa de faturamento”, diz Barretto.
Ele acrescenta que a microempresa também deve fazer a declaração anual mais detalhada do que a do empreendedor individual, informando o faturamento, a ocupação e outros itens. “Também deve cumprir outras exigências, que variam conforme o Estado e o Município.”
Apesar de tudo, existem meios que podem ajudá-los a evitar o fracasso de um negócio: é preciso ter um controle de gastos e um bom planejamento. Além do mais, estudar o processo de transição, bem como as mudanças e obrigações com o FISCO aliadas ao auxílio de um contador são ferramentas que podem livrar muitos empreendedores da falência.
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